Cultura e diversão

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    Textos Haroldo Marinho, Marcela Mayrinck e Silvane Alves Loro
    Edição Silvane Alves Loro Fotos Pablo Teixeira e Divulgação

     

    Brasilino, a brasilidade de Dentinho Arueira

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    Dentinho Arueira chegou à primeira edição de 2013 da Premier para encantar. Precisou de apenas algumas poucas horas de bate-papo, um violão e, nas mãos, o resultado (físico) do trabalho que vinha sendo desenvolvido: o DVD “Seu Brasilino”.

    Natural de Cruzeiro do Sul, no Paraná, com um pé em Minas Gerais de onde vem a sua família, Dentinho Arueira escolheu Joinville como morada numa das tantas idas e vindas ao litoral. Foi na faculdade de Administração que descobriu o dom para música, embora ela já fizesse parte de sua vida desde sempre. Com influências como Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Alceu Valença, Zé Ramalho, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e escritores como Drummond, Guimarães Rosa, Eça de Queiroz, Dentinho construiu referências para sua formação musical. Foi através destas influências que surgiu “Seu Brasilino”, nome do DVD e, também do pai do artista que inspirou parte do trabalho, Brasilino Lopes de Sousa.

    Produzido de maneira independente, com recursos próprios e com apoios empresariais, o DVD “Seu Brasilino” conta com 16 músicas escolhidas entre as já conhecidas composições do cantor, além de algumas faixas inéditas. Na ficha técnica, nomes como Mazin Silva (guitarras, violão e viola caipira), Cláudio Moraes (saxofone e flauta), Formiga (contrabaixo), Jacson Araújo (piano e acordeom), Jonas Nascimento (percussão), Jimmy Allan da Silva (bateria) e Newton Grande (percussão).

     

    O retorno do Mubi

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    Inaugurado em 9 de março de 2000 para as festividades do sesquicentenário de Joinville, o Museu da Bicicleta (Mubi) permaneceu por quase três anos fechado, reabrindo suas portas no dia 9 de março de 2013, em comemoração aos 162 anos da cidade. A saudade era tanta que em apenas três semanas desde sua reabertura o espaço já contabilizava mais de mil visitantes.

     

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    Para celebrar a data, a Premier trouxe já na capa da edição de abril um cartaz lembrando a importância do Museu, único do gênero em toda América do Sul e um dos oito do mundo, com um acervo que ultrapassa 16 mil peças variadas.

    Além de bicicletas centenárias, o Museu expõe peças, cartazes, miniaturas e outros objetos ligados ao tema. Dentre sua variada coleção destaque para a vitrine de faróis composta por peças a partir do século XIX, e a oficina de restauração. Isso sem falar de algumas raridades em bicicletas, como a Peugeot 1952 com aros de Madeira; a Durkopp 1934 equipada com eixo cardan (sem corrente); um Rickshaw indiano todo pintado à mão; e uma Rivera 1956, projeto nacional, com suspensão sobre molas nas rodas dianteira e traseira, uma inovação tecnológica espetacular para o período.

     

    Cultura para todos

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    Ao chegar ao mês de novembro é impossível não lembrar da Bienal da Arte, realizada há 60 anos em São Paulo.
    Iniciada pelo empresário Francisco Matarazzo Sobrinho, que teve a ideia de expor um conjunto de obras e através desta criou a Fundação Bienal de São Paulo, uma das mais importantes instituições internacionais de promoção da arte contemporânea, começaram as exposições de artistas estrangeiros e brasileiros chamadas Bienais da Arte. Desde seu início em 1951 as bienais já contabilizaram a participação de 159 países, mais de 13 mil artistas dos quais 1680 são brasileiros, cerca de 60 mil obras e quase sete milhões de visitantes.

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    Para comemorar os 60 anos, a 31ª edição trouxe a mostra “30 x Bienal – Transformações na arte brasileira da 1ª à 30ª”. Nela, as melhores produções dos anos anteriores, desde a polêmica sobre a arte abstrata que dominou os anos 50, passando pela nova figuração, experimentalismo, influxo da arte pop nos anos 60, pela atmosfera conceitual nos anos 70, retorno à pintura nos anos 80 e pelas chamadas práticas contemporâneas que se manifestam desde o final do século 20. Foram selecionados 111 artistas e cerca de 250 obras, que contam, em contexto com a história político social do Brasil, a evolução da nossa arte.

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