Para viver bem e melhor

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    Nas pautas de comportamento e saúde, trouxemos à tona temas como autismo, doação de sangue e câncer de colo de útero. Com esclarecimentos feitos por especialistas e depoimentos de pessoas que enfrentam (ou enfrentaram) tais situações, buscamos tirar dúvidas, quebrar mitos e promover mais saúde e bem-estar. Acompanhe um resumo destes assuntos

     

    Textos e edição Silvane Alves Loro Fotos Pablo Teixeira e Divulgação

     

    Um ato de amor

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    Ladi Pedro Alves da Silva, 65 anos. “Foram as transfusões que garantiram que eu pudesse continuar vivendo”


    Para lembrar a importância do dia 14 de junho, data em que se comemora o dia mundial da doação de sangue, apresentamos a história do Sr. Ladi Pedro Alves da Silva, empresário de 65 anos, que viu sua vida dar uma reviravolta em função de um câncer intestinal. Em menos de 20 dias com o diagnóstico da doença, nosso entrevistado precisou receber três transfusões de sangue, de dois litros cada, em decorrência da cirurgia para a retirada do tumor maligno. “Se não fosse esse sangue, eu teria ido a óbito”, falava Sr. Pedro na época. Hoje, seis meses após a entrevista, Pedro já passou por outro procedimento cirúrgico, precisando de novas doações, e passa bem.

    Com base na história do Sr. Pedro e frente à importância do gesto de doar, apresentamos ainda os mitos quanto à doação de sangue (doar NÃO engrossa nem afina o sangue; NÃO vicia; NÃO dói; durante o período menstrual É POSSÍVEL fazer a doação); o que um candidato deve fazer para efetuar a doação (comparecer com documento, preencher o cadastro, ter entre 18 e 65 anos e estar com boa saúde); e ainda os principais tipos de doação aceitas (de sangue, de plaqueta por aférese e o cadastro como doador de medula óssea).

     

    O hemocentro
    O Hemosc de Joinville, além do posto de atendimento anexo ao Hospital São José, também recebe coletas em Jaraguá do Sul. São cerca de 1.800 bolsas coletadas ao mês, sendo que destas 400 são feitas na cidade vizinha. O hemocentro de Joinville atende 24 municípios, da região do planalto norte, o que representa uma população de 1 milhão e 200 mil pessoas através das 26 clínicas e hospitais conveniados. Destes 1 milhão e 200 mil, apenas 1,9% são doadores. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o recomendado é, pelo menos, 4%. De acordo com a diretora do Hemosc Joinville, Ozenilda de Melo Carvalho, a maioria das doações ainda são feitas pelos  homens. “A mulher tem muitas restrições que a impedem de doar, como a gravidez e a incidência de anemia no período sexual ativo. Elas também doam uma quantidade menor de vezes que o homem. Isso faz com que eles representem 70% e elas apenas 30% do total de doações”, diz.

    Para ser um doador, procure o Hemosc: Avenida Getúlio Vargas, 198. O atendimento é feito diariamente das 7h às 18h15, sem fechar para o almoço. E no terceiro sábado do mês, das 8 às 11h30. (47) 3433 1378.

     

    A vida sob outro olhar

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    Na reportagem sobre o autismo, buscamos especialistas para esclarecer o que é este transtorno, como pode ser identificado e os mitos que estão ao seu redor. Para complementar, nada melhor que apresentar histórias de famílias que enfrentam o distúrbio no dia a dia, que aprendem e ensinam verdadeira lição de cuidado e atenção.
    Integrante de um grupo de transtornos conhecido como Transtorno do Espectro Autista, o autismo se caracteriza como uma alteração do que seria o desenvolvimento normal em uma criança. Tende a aparecer por volta do segundo ou terceiro ano, porém é notado por familiares, e até por médicos, somente mais tarde. A tríade que caracteriza o autismo é composta pela comunicação, interação e imaginação. Como estas são as áreas mais prejudicadas, os autistas acabam se envolvendo em comportamentos autoestimulatórios, repetitivos, com apego muito forte à rotina, dificuldade de lidar com o improviso, entre outras características.

    Segundo especialistas é importante prestar atenção às pistas comportamentais das crianças, como falta de procura espontânea para compartilhar atividades, atenção e interesses com outras pessoas; ausência de reciprocidade social ou emocional; obsessão por um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse; deficiência intelectual, que acontece na maioria dos casos, entre outros.

     

    Prevenir para viver melhor

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    Segundo tumor mais frequente na população feminina, o câncer do colo do útero chegou à edição de outubro da Premier para lembrar a importância da prevenção. Tida como quarta maior causa de morte em mulheres por câncer no Brasil, com cerca de 4.800 vítimas fatais ao ano, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer do colo do útero pode ser facilmente diagnosticado através do exame preventivo, o Papanicolaou. De acordo com o INCA, mulheres diagnosticadas precocemente que procuram tratamento, têm praticamente 100% de chance de cura. Com o exame, é possível verificar se existem lesões de baixo ou alto grau, denominadas NIC (neoplasia intraepitelial cervical) I, NIC II e NIC III. Detectando o tipo, é possível, então encaminhar ao tratamento adequado.

    O principal fator de risco para o desenvolvimento deste tipo de câncer é a infecção persistente pelo vírus HPV (Papiloma vírus humano), mas, entre as outras causas associadas estão o tabaco, imunossupressão, história de outras DSTs, multiparidade e o uso contínuo de pílula anticoncepcional.

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