Pelo mundo

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    O ano de 2013 foi um período de muita viagem para a Premier. Carimbamos o passaporte nos Alpes Suíços, Vietnã, Peru, Bariloche, China, Munique, Nova Iorque e Jerusalém. Aproveitamos as belezas de recursos naturais e fizemos também um tour perto de casa, apresentando as principais cidades da Serra Catarinense e as atrações de Joinville na matéria especial sobre os 162 anos da cidade. Para relembrar alguns destes passeios, trazemos novamente às nossas páginas os depoimentos de pessoas que nos ajudaram a montar um verdadeiro guia de viagem neste ano que passou. Confira!

     

    textos Marcela Mayrinck e Silvane Alves Loro  Edição Silvane Alves  Loro  Fotos Divulgação

     

    Alpes Suíços

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    Na terra dos famosos bancos suíços, as quatro línguas utilizadas (italiano, francês, alemão e inglês), a tradição em produzir relógios (o país é responsável por metade da produção mundial de relógios), a fama do chocolate e fondues, dividem espaço com a sempre lembrada organização e pontualidade. Não bastasse, os atrativos turísticos são inúmeros.

    As sugestões de passeio são de José Rizzo Hahn Filho, engenheiro, e Luís Roberto Wenzel Ferreira, economista e administrador.

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    Luís Roberto Wenzel Ferreira, 50 anos, economista e administrador de empresas. Viajou à Suíça por motivos profissionais e em algumas delas aproveitou para passear com a esposa Débora, psicóloga. 

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    “A Suíça é um país muito versátil no turismo. Suas paisagens, montanhas e lagos, além de lugares pitorescos e ligados às tradições dos povos que lá chegaram, fazem do local uma grande opção como destino de viagem. Como o país é relativamente pequeno, o visitante pode conhecer muitos lugares em pouco tempo. Destaco: Zurique, Luzerna, Genebra, Basileia, St. Moritz, a região dos lagos e várias cidades pequenas com culturas muito específicas. A temporada das estações de esqui no inverno e os programas ao ar livre organizados pelas comunidades locais no verão, são boas opções.” 

    José Rizzo Hahn Filho, 46 anos, engenheiro e diretor da Pollux Automation. Visitou três vezes o país, de 2011 a 2013.

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    “Estive na Suíça na maior parte do tempo há trabalho, mas o país é muito interessante para o turismo. Como ponto de partida, Zurique e Genebra, são cidades maiores e com muitas atrações e história. Também indico a região de Neuchâtel, pela beleza natural; Gruyère, onde é feito o famoso queijo; Davos, pelas estações de esqui; e Berna, pela história. De maneira geral, a Suíça é um país que conseguiu conciliar bem a modernidade tecnológica com um forte espírito de preservação ambiental. É um local extremamente organizado, onde as coisas funcionam em meio a cenários naturais deslumbrantes. Vale ficar atento ao calendário, pois na Suíça as atrações dependem muito da época do ano.”

     

    China

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    Apesar de ser do outro lado do mundo, a China tem recebido muitos brasileiros, principalmente para tratar de negócios. E são eles, os negócios, que a tornam ainda mais peculiar: de um lado possui uma política fechada e conservadora e de outro mantém comércio aberto com vários países. Mas nem tudo na China são “business to business”. O país atrai pela conservação da sua cultura milenar e também pelas belas paisagens. As dicas de turismo ficam por conta de Falconeri Dias Costas, consultor, e Amarildo Gonçalves Evangelista, administrador.

     

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    Falconeri Dias Costas, 56 anos, consultor, vai para a China uma vez por ano.

     

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    “Desde 1995 viajo regularmente para a China a negócios. Claro que não era a mesma China de hoje, mas já podíamos perceber que o país iria se desenvolver muito e virar uma potência. Tudo isso se deve ao ritmo e à intensidade com que os chineses trabalham, são rápidos e se esforçam para fechar negócios. Negociação está no sangue deles, seja no mercado popular ou em empresas. Se você gosta de arquitetura, vai se encantar com o que os chineses estão fazendo. Mas, visitar a China e não conhecer a Grande Muralha é quase uma heresia, vale à pena, mesmo que você seja incomodado por centenas de vendedores ambulantes. Também é interessante conhecer os templos e palácios, dentre os quais destaco o Palácio de Verão, próximo à Cidade Proibida.”

     

    Amarildo Gonçalves Evangelista, 49 anos, administrador, viaja à China pelo menos uma vez por ano.

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    “A China tem cidades muito modernas e também carrega uma grande bagagem cultural, que é fascinante. Xangai foi um lugar que gostei muito de visitar, é bonita, moderna, limpa e preparada para o turismo. Conta com ótimos hotéis, boas possibilidades de passeios, bons restaurantes e uma atmosfera agradável. Outra cidade que gosto é Pequim, onde pode-se visitar a Cidade Proibida. Uma curiosidade: por ser historicamente um país pobre, desgastado pela guerra e minimizado por países como Japão e Alemanha, a China precisou se adaptar a todos os tipos de comida, principalmente às mais esquisitas. Essa pobreza fez com que, mesmo após uma melhora econômica, ainda haja chineses com boas condições financeiras satisfazendo a fome com pratos exóticos como bicho de seda, sapo cozido, escorpião frito, entre outros.”

     

    Serra Catarinense

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    Ideal para dias de inverno, mas encantadora também no verão, a Serra Catarinense tem atraído cada vez mais turistas de todo o país. Seja pelas belezas naturais, organização dos atrativos turísticos, gastronomia ou pela hospitalidade, cidades como Lages, Bom Jardim da Serra, Urupema, São Joaquim e Urubici podem ser um excelente destino se a ideia é divertir-se e relaxar ficando pertinho de casa. A sugestão de atividades fica por conta de Santiago Edo, gerente de Marketing.

     

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    Santiago Edo, 39 anos, gerente de Marketing do Grupo RIC SC, fez o passeio com a esposa Maria Alice Edo, 39 anos, comerciante.

     

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    “Fui à Serra Catarinense duas vezes no início de maio, uma a trabalho durante a semana e outra no sábado para passar o dia. Para começar, a ida foi maravilhosa, saímos cedo de Floripa e em duas horas já estávamos subindo para o Morro da Igreja, em Urubici, onde ficamos por aproximadamente uma hora e meia. O local é incrível e aproveitamos para fazer um rápido piquenique. Depois fomos para a churrascaria Cascata, em Bom Jardim da Serra. O lugar é lindo e o atendimento ótimo. Fomos à Serra do Rio do Rastro, onde fizemos uma trilha até a beira do cânion, muito legal! Descemos pela Serra do Rio do Rastro, o que me arrependo, deveria ter voltado por Urubici e Rancho Queimado, pois a Serra é legal de ver de cima, descer por ela é demorado e perigoso. Passamos ainda por Urupema, onde encontra-se o Morro da Antena, que dá uma visão de toda a região.”

     

    Munique

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    Situada no coração da Alemanha e capital do estado da Bavária, Munique tem um estilo de vida almejado por muitos, seja pelas belas ruas e avenidas, seja pelos pubs e bares. No entanto, o que mais chama a atenção para a cidade é o fato de sediar um dos maiores eventos cervejeiros: a Oktoberfest! E foi para falar desta festa e do que fazer na cidade que convidamos Sabrina Pereira, especialista em marketing e comunicação digital, e Fernanda Aun Navarro, publicitária, para darem suas sugestões.

     

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    Fernanda Aun Navarro, 29 anos, publicitária, mora em Munique desde 2008.

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    “Cheguei em Munique no final de agosto de 2008 e me apaixonei pela cidade. Um dos lugares que me impressiona até hoje é a beira do rio Isar. Em 15 minutos pedalando na beira do Rio você já se afasta da cidade e está no meio do verde. Ele é muito limpo e no verão as pessoas tomam sol, nadam e fazem churrasco ao seu redor. Entre as muitas coisas boas de Munique está a Oktoberfest, mantendo a tradição e servindo de exemplo de organização. Diversão para todos os estilos.”

     

    Sabrina Pereira, 29 anos, especialista em Marketing. Esteve em Munique em setembro de 2012. 

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    “Fui a Munique fazer o estágio internacional do programa de MBA. Durante este período, percebi que é uma cidade muito internacional, com habitantes educados, atenciosos e prestativos. Lá tudo funciona; o transporte público é eficiente e você consegue usufruir da cidade, como visitar parques e lugares públicos. Em Munique há lazer de qualidade sem precisar gastar para isso. O meu lugar preferido é o Englischer Garten. Tem lagos, restaurantes e muitos espaços para passear. Quanto à Oktoberfest, os moradores têm um carinho muito grande pelo festival e o chamam de Die Wiesn. Ali, a cerveja é produzida especialmente para o evento, com uma graduação alcoólica maior que o normal; tudo é embalado a muita música e dança.”

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