A BUSCA DO EQUILÍBRIO NAS RELAÇÕES JURÍDICAS

A BUSCA DO EQUILÍBRIO NAS RELAÇÕES JURÍDICAS

Juntos numa nova empreitada em escritório próprio, os advogados Eduardo Teicofski e Juliano Scarpetta se dedicam a difundir o equilíbrio nas relações civis e empresariais.

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Uma atuação profissional voltada para o desenvolvimento de relações mais justas. Esse é o intuito dos advogados Eduardo Teicofski e Juliano Scarpetta, do recém inaugurado escritório de advocacia Scarpetta e Teicofski, em Joinville. “A proposta de um escritório contemporâneo deve ser o equilíbrio nas relações de negócio, para que seja benéfico e seguro para todos os envolvidos, e não somente para um deles”, garante Scarpetta.

Amigos e parceiros de trabalho há 12 anos, os dois uniram forças e fundaram uma sociedade baseada em seus ideias profissionais e individuais, acompanhando a evolução do sistema jurídico do país, no qual se destaca a busca na conciliação e a celeridade na resolução de conflitos. “A principal motivação de qualquer empreitada deve ser a construção de algo que reflita as aspirações pessoais. No caso da atuação jurídica, entendemos que é um valor essencial administrar e conciliar os interesses muitas vezes conflitantes das pessoas e empresas atendidas pelos profissionais do direito”, revela Teicofski.

Relações equilibradas

Voltados à assessoria nas áreas empresarial, contratual, patrimonial e sucessória, Juliano Scarpetta e Eduardo Teicofski atuam como consultores de pessoas físicas e jurídicas. “O advogado deve sempre atuar como um parceiro do cliente, seja ele uma pessoa física ou uma empresa, devendo auxiliá-lo em todos os âmbitos do seu negócio”, complementa Teicofski, que tem como principal experiência as áreas de direito privado, contratual e civil.

Para a dupla, a máxima que deve motivar as atividades da advocacia moderna é o equilíbrio e a conciliação. “Esse é um dos principais valores da advocacia contemporânea, a ser proporcionado em todas as relações com os clientes. O equilíbrio evita rompimentos e litígios, que caso ocorram devem ser direcionados à conciliação”, declara Scarpetta.

O advogado, especialista em Direito Civil, Contratual e em assuntos que envolvam patrimônio e sociedades, considera esse método de atuação uma mudança de perspectiva na advocacia. “É preciso mudar essa visão de que as transações beneficiam mais um lado do que o outro, de modo que somente uma das partes supostamente saia vitoriosa”.

Segundo Scarpetta, com frequência, aquele que tem uma posição mais favorável numa negociação tende a impor condições ao outro lado, o que torna as relações conflituosas e difíceis de manter a longo prazo. “A disposição deve ser a de trabalhar para que qualquer tipo de negociação seja mais harmoniosa e favorável para todos os envolvidos, sem exceções. Deve haver a busca constante do alívio de animosidade e de construção de caminhos alternativos com o cliente e com quem este se relaciona. Caso uma parte perca, ambas se prejudicarão”.

Na opinião da dupla o melhor caminho é a ponderação de ideias e resultados práticos com o cliente e a outra parte envolvida e não a disputa judicial levada até a última instância. “Consideramos que se existem meios e técnica para realizar o trabalho, será dessa forma que o advogado deve atuar. Chega até a ser um exercício psicológico de expor ao cliente a melhor maneira de se resolver o conflito”, avalia Scarpetta.

“Se ideia fosse fazer com que uma vontade prevalecesse sobre a outra não haveria necessidade de existir direito ou lei, bastaria apenas a força”, alega Teicofski.

Uma nova leitura dos resultados

Além de buscar negócios e acordos mais equilibrados e sustentáveis, os advogados entendem que a preocupação dos profissionais é de prestar o serviço jurídico tendo o cuidado de estarem atentos aos reflexos que a ação jurídica terá ao longo dos anos ao cliente. “Se integrar à prática das atividades ou do negócio e oferecer um atendimento que seja permanentemente pessoal e individualizado. Estar presente naquilo que o cliente faz, entender o negócio dele, para ser um parceiro sempre que necessário, com as respostas para o que ele precisa sempre ao alcance”, assegura Teicofski.

A dupla defende que o profissional jurídico de vanguarda deve ter o compromisso de estar sempre acessível, numa forma mais pessoal de atuação. “Muitos clientes preferem que os advogados estejam pessoalmente disponíveis, principalmente com os recursos tecnológicos da atualidade. Há casos que tratam de interesses vitais, nos quais é fundamental a proximidade no relacionamento entre o advogado e o cliente”.

A manutenção dessa pessoalidade preserva a confiança do cliente. “Permite inclusive ao profissional expor de forma mais prática o resultado eficaz do trabalho, pois a preocupação não está apenas em prestar o serviço como um fim em si mesmo, mas também encontrar todos os caminhos uteis para a solução das demandas do cliente”, sustenta Teicofski.

Formação acadêmica e experiência

Atualmente o mercado exige mais do que formação recebida na graduação. Demanda uma visão abrangente e dinâmica dos negócios e da economia na qual eles se inserem, bem como a importância de seu papel na sociedade. Estes são elementos que a especialização acadêmica e a bagagem profissional podem condicionar ao profissional, explica Scarpetta. “A participação em grupos de estudos, publicação de artigos científicos, pós-graduações acadêmicas, indicam a preocupação do advogado em buscar a melhor técnica, a qual será aplicada na busca do equilíbrio nas relações, ou em seu restabelecimento.”

A aptidão com as áreas de ciências humanas e a vontade de resolver conflitos pessoais e empresariais foram denominadores comuns para a construção da parceria de Juliano e Eduardo. Ambos atuaram e foram sócios de um conceituado escritório em Santa Catarina por mais de década, de onde trazem a experiência do exercício profissional voltado à concretização de negócios.

Agora, neste novo momento, buscam seus constantes aprimoramentos com uma proposta de foco nas áreas de Direito Civil, Contratual, Patrimonial e Sucessório. “A experiência profissional e formação acadêmica do advogado deve motivá-los à produção de conteúdo nas áreas em que atuam. “Com a especialização e com o foco na atuação é que se pode proporcionar a melhor técnica ao caso”, defende Teicofski.

No novo negócio, os parceiros compartilham também um propósito. “Nos preocupamos em estar na vanguarda e na inovação no que diz respeito ao mundo dos negócios, mas principalmente nas atualizações em nossas áreas de atuação”, considera Teicofski, com reforço de Scarpetta. “Estamos sempre realizando atualizações acadêmicas e especializações em nossa área de atuação”.

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