Contemporânea

Contemporânea

Por Júlio Franco - francoeditor@hotmail.com

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COMO ANTIGAMENTE

Sou daqueles que se não tem o que fazer vai ao supermercado. Adoro passear entre as gôndolas, conhecer as novidades, levar algumas coisas pra casa, sempre que possível. Porém, nos últimos tempos, estou me dedicando aos especialistas. Tenho comprado carne no açougue, frutos do mar na peixaria e frutas e verduras na frutaria. Os mais jovens não conhecem os estabelecimentos de Secos e Molhados, como Fernando Tilp e tantos outros que tivemos aqui. Gasta-se mais tempo e um pouco mais de gasolina, mas as casas especializadas oferecem sem dúvida produtos mais frescos, variados e com melhores preços. Experimente!

PARALISAÇÃO

A paralisação dos caminhoneiros é um dos episódios mais esquisitos da história recente do país. Começou de maneira triunfal, com o apoio da população e acabou melancólica, com atos grotescos, que ninguém acredita que tenham sido de autoria de motoristas de caminhão. Lamentavelmente, tudo é partidariamente politizado no país e até uma luta legítima da categoria virou uma queda de braço entre os favoráveis e aqueles que são sempre do contra. Alguns, de pouca memória ou zero conhecimento, aproveitaram para pedir a volta do exército – não lembram ou sabem que no pacote teve censura, tortura e uma série de violências contra a liberdade e o contra o ser humano.

O MUNDO DÁ MUITAS VOLTAS, ISSO EXPLICA O TANTO DE GENTE TONTA #PensadorSincero

COLUNA VERTEBRAL

– Tem hamburgueria nova na cidade. Com preços populares, a Mr. Hoppy oferece sanduiches especiais, inclusive vegetarianos e chopes artesanais a preços honestíssimos. Fica na Ministro Calógeras, quase com a JK.

– Na outra ponta da Ministro, defronte ao Batalhão, tem o “Rola Uns Burger”. Acho que o melhor hambúrguer de food truck que a cidade tem.

– Outra novidade bacana é o Haensch Bar, na rua Tiradentes, no bairro Anita Garibaldi. Com tema militar, a casa oferece chope próprio, para todos os gostos e lanches bastante elogiados.

RANKING

Maio – UP & DOWN

– Musical do Bem – belíssima iniciativa

– Busscar (Nielson) de volta à ativa

– Vulcão da Guatemala – uma lástima

– JEC – novamente um time fora de série

PERGUNTAS E RESPOSTAS

 WILMAR CIDRAL

Wilmar Cidral, diretor da Sustentare, é graduado em Administração, com pós em  Marketing pela Univille. Atualmente estuda doutorando em Tecnologia da Informação pela (IMS) Information Management System – Universidade Nova de Lisboa – UNL, e (ECA) Escola de Comunicação e Artes – Universidade de São Paulo – USP. Seu primeiro emprego foi na Limpa Fossa Aubé, pois sua meta era conseguir grana para ajudar na compra de uma prancha de surf, esporte de paixão.

 

1 – Como foi o início de carreira em Blumenau?

Apresentei um projeto de patrocínio para a Hering: não consegui o patrocínio, mas me convidaram a participar de um processo seletivo e fui contratado. Foi uma experiência muito rica como Gerente de Produto. Nesta época também iniciei minha jornada como professor universitário na Furb. Retornando a Joinville, atuei na Soutex e fui o primeiro Coordenador da Faculdade Cenecista de Joinville. Em 2005, grandes mudanças, com o início da Sustentare Escola de Negócios.

 

2 – Como chegou até o projeto da Sustentare?

A educação sempre esteve presente na minha vida, seja na primeira Escola de Surf aqui em São Francisco do Sul (Prainha, muitas histórias, significados e conexões), ou das convenções de vendas e treinamentos na Hering e Soutex. A Sustentare foi um processo natural, um encontro daquilo que eu amo fazer, acredito que faço bem e o mundo precisa cada vez mais, de aprendizagem na prática, mais conhecimento e educação.

 

3 – Qual sua visão do ensino de graduação e de pós-graduação?

Não fui um bom aluno na graduação. Quando cursei a minha primeira pós-graduação, uma nova visão do mundo emergiu e novas perspectivas foram criadas; por isto, acredito muito na especialização como propósito de contribuir junto a pessoas e empresas. Boa parte das instituições de ensino, que atuam na graduação e pós-graduação, estão desconectadas do mercado, seja pelas disciplinas/módulos pouco aderentes que compõem a matriz curricular, conteúdos desatualizados e metodologias de ensino ineficientes. Há um espaço enorme a percorrer e avançar quanto à transferência e à aplicação da aprendizagem.

 

4 – Quais os projetos mais imediatos da Sustentare?

Nosso grande projeto aqui na Sustentare é persistir e entregar uma educação cada vez mais personalizada e de grande aplicabilidade. Personalizada, pois cada pessoa é única, necessitando de uma trilha de aprendizagem específica. Acreditamos que só há aprendizagem, quando há mudança de comportamento, quando o conhecimento é explicitado, daí a aplicabilidade. Entender as transformações digitais, os negócios exponenciais e o lifelong learning são vitais para que tenhamos bons programas, cursos e metodologias. As parcerias internacionais e a abertura de cursos de graduação também são projetos em andamento.

 

5 – O que Joinville tem de melhor e de pior?

Joinville me deu condições de ter minhas duas maiores riquezas, meus filhos, Gabriel e Ana Flávia e encontrar a minha esposa, sócia e coach, Cinthia. Joinville acolheu meus pais, que muito cedo vieram de Canoinhas, minha terra natal. Joinville tem de melhor o poder criativo, criador, tenacidade e capacidade empreendedora da sua gente.

Quanto a pior, digamos assim, oportunidades de melhoria. A cidade não consegue atender as demandas crescentes quanto à segurança e mobilidade; ciente que em outras regiões a situação está bem mais crítica. Nossa representatividade, retorno e peso político na esfera estadual e federal é desproporcional ao que somos, fazemos e geramos.

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