Fritz & Frida

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Por Júlio Franco  Fotos Divulgação

 

Sylvio Sniecikovski

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Se fosse publicada uma lista de “Grandes Nomes de Joinville”, certamente um dos primeiros a ser lembrado seria o educador Sylvio Sniecikovski. Impulsionador da Escola Técnica Tupy, hoje o fantástico complexo educacional Unisociesc; secretário de educação nas gestões Luiz Henrique e Marco Tebaldi, o professor Sylvio é uma daquelas lendas vivas, pela lucidez, inteligência e tenacidade na luta por uma educação melhor para todos. Foi injustiçado no escândalo do Bolshoi, mas agora será devidamente homenageado, com o lançamento do livro “Sonhar só faz bem – um sonho que se tornou realidade nas mãos do professor Sylvio”. O evento será dia 13 de maio,  às19 horas, na Sociesc.

 

A copa do mundo
Sempre acreditei no nosso país. Quando fomos escolhidos para sediar a Copa do Mundo, tive a certeza de que era uma oportunidade fantástica para melhorarmos a estrutura de transporte, para ligar esse país continental com trens rápidos e para dotar nossas principais cidades de aeroportos modernos e rodoviárias decentes. Ledo engano. A Copa vai acontecer, mas as cidades continuam pobres sob o ponto de vista de equipamentos públicos, os estádios estão cada vez mais vazios e os melhores jogadores do país vêm dos países vizinhos.

 

Cidades do futuro
Para as cidades do futuro (pense em Joinville daqui a 20 anos) a palavra de ordem tem sido integração. Integração dos modais, comunicação integrada e integração das atividades: onde você mora, você também pode estudar, trabalhar e fazer suas compras. Outra linha-mestra é a racionalização dos recursos: geração de energia solar e eólica, nos prédios e residências, distribuição inteligente de água e do sistema viário, e hortas e jardins comunitários, nos telhados, nas paredes, onde for possível incluir o verde, cada vez mais escasso.

 

A guerra na estrada
Sem um plano de mobilidade e com políticas econômicas que facilitam sobremaneira a compra do automóvel, o Brasil vê, a cada feriado, uma verdadeira batalha nas rodovias onde o número de mortos aumentou quase que exponencialmente (somente na Páscoa, foram 15 vítimas no estado) e o tamanho das filas bate recordes a cada partida ou retorno para o litoral.

 

Ranking
(Abril – positivo e negativo)
– Os domingos de Joinville
– A Feira do Príncipe
– A final do estadual
– A chacina na Bahia
– A morte de Luciano do Vale

 

Coluna vertebral
– Com a chegada de maio, vêm aí os sábados frios e ensolarados, ideais para uma boa feijoada. Nesse item, o Restaurante do Zé, na Marquês de Olinda, é quase imbatível.
– Se você está a fim de comer um bom churrasco e gastar pouco, a cidade já tem boas alternativas. Mas nada se compara aos rodízios da Avenida das Torres, em Curitiba.
– Difícil de entender como as churrascarias da capital paranaense conseguem servir tanta carne nobre, guarnições e sobremesas ao preço médio de R$ 20 por pessoa.

 

Perguntas e respostas
Gerson José de Borba

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Pai de autista, Gerson José de Borba e outros três casais, há 26 anos, fundaram a AMA – Associação de Amigos do Autista de Joinville, onde hoje é presidente. Também é vice-presidente da ASCA – Associação Catarinense de Autismo, entidade que congrega dez AMAs. É formado em Design de Produto. Por 37 anos, foi projetista na Schulz. Hoje, aposentado, trabalha na própria empresa de peças de decoração, a Lyra Design Studio.

 

Como a AMA tem contribuído com os autistas e suas famílias?
A AMA sempre procurou amenizar e entender o drama de cada família. O autista nunca vai deixar de sê-lo, e o papel da AMA perante a família é fazer com que ele atinja certo grau de independência e habilidades para o trabalho. Há alguns, inclusive, que são preparados e inseridos no ensino escolar regular. Muitos não conseguem esta independência, devido as variações e graus de comprometimento junto ao espectro. Há também o trabalho de assistência às famílias.

 

Os resultados são bons? O que falta para serem ainda melhores?
Não importa muito o resultado, o mais importante é ver um certo ar de felicidade nos seus rostos. Todo o trabalho que se faz com um autista tem que ter atrelado o amor, a compreensão e a paciência. Estruturalmente, a AMA precisa ser ampliada. Hoje atende 105 crianças e há 60 na fila de espera em Joinville. Para que isto aconteça, dependemos de doações da comunidade.

 

O poder público tem ajudado? E a sociedade?
Todo o nosso empreendimento sempre foi através de parcerias, tanto do Poder Público Municipal quanto Estadual. Hoje podemos dizer que temos uma força tarefa baseada numa equipe de professores cedidos pelo Estado e Município. Para dar suporte a estes, a AMA tem contratado profissionais, como psicólogos, pedagoga e terapeuta ocupacional. Em breve teremos uma fonoaudióloga.

 

A novela chamou atenção para o assunto. Ajudou de alguma  maneira?
A novela realmente chamou a atenção da população que desconhecia totalmente o comprometimento do espectro autista. Mas o que chegou ao público foi uma forma de autismo bem branda, não revelando a verdadeira realidade que as famílias e os professores passam. A causa é bem vista, pois sempre traz algum resultado, mobilizando a sociedade em querer ajudar. Esta ajuda pode ser através de doações ou trabalhos voluntários.Внутреннее эпоксидноебренды женского нижнего бельясистемы управления электронным документооборотомалександр лобановскийдать бесплатную рекламу в интернетеbitrix cmsпаркет массивалександр лобановский компроматapp

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