Fritz & Frida

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Por Júlio Franco Fotos Divulgação

 

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Alexandre e Eduardo Feitosa
A imagem ao lado faz parte da exposição “Futebol”, dos irmãos Alexandre e Eduardo Feitosa, que esteve durante toda a Copa do Mundo na Galeria 33. Nascidos em São Paulo, os gêmeos são formados em Design pela Univille. Craques do grafite, eles conquistaram um histórico admirável na arte de rua. Foram finalistas do concurso do centenário do Santos, ilustraram o livro “Blue e os gatos”, de Paulo Kielwagen, e participaram do mural “100 anos de futebol arte”, em Santos (SP). Agora, o futebol está retratado pela dupla em doze telas de tinta acrílica spray. As obras transmitem uma leve crítica ao atual cenário dessa paixão nacional.

 

Alternância
Um artista sertanejo, desses que se apresentam em duplas com vozes esganiçadas, declarou à Veja que se arrepende por ter feito campanha para Lula, mas que agora votará em Aécio Neves. Acredito que, independente de cores partidárias, e da discussão de qual governo foi mais ou menos corrupto, é muito saudável a alternância no poder, em todas as esferas e instâncias. Tivemos a era FHC, estamos na hora do PT e talvez tenha chegado o momento de mudar novamente.

 

Dependência
Recentemente, Heródoto Barbero, âncora do jornalismo da Record News, trouxe pesquisa sobre a economia local, realizada nas 4.500 menores cidades do Brasil. Mais de 80% da receita destes municípios provém do Bolsa-Família, do salário da prefeitura, e dos aposentados e pensionistas. Ou seja, as pequenas cidades brasileiras, com algumas exceções, dependem demais do dinheiro do governo local ou federal. Assim, fica difícil a tal alternância.

 

Transporte coletivo
Aquela frase: “País rico não é aquele onde os pobres têm carro, mas sim onde os ricos usam o transporte coletivo”, é muito verdadeira. No ABC paulista, por exemplo, funciona muito bem o trólebus, climatizado, com tomadas para notebook e smartphones. Foi mais uma vez revelador passar rapidamente pelas canaletas exclusivas e ver as longas filas de engarrafamento, com avenidas cheias de carros parados e motoristas indignados.

 

Ranking
(Junho, aqui e ali)
• O volume de chuvas • A solidariedade joinvilense
• A overdose de Copa do Mundo • Cadê as festas juninas?
• A triste greve dos servidores

 

Coluna vertebral
•     Tá em gestação o Festival Gastronômico de Inverno, que começa logo após o Festival de Dança. Iniciativa bacana, que estimula o cidadão a sair de casa e conhecer novos restaurantes. Os resultados, acredito, são colhidos o ano inteiro.
•     Viva a sociedade alternativa: na Ministro Calógeras, quase esquina com a São Paulo, temos a Galeria El Clandestino, e lá na Bento Gonçalves, perto da rua 15, o fotógrafo Alceu Bett instalou a Galeria 33, o novo espaço cultural da cidade.
•     Ação social: você tem ajudado as entidades assistenciais de Joinville? Mas ajudado mesmo ou manda um chequinho lá de vez em quando? Visite, conheça a realidade da Apae, Ama, Adej, Ajidevi, ARCD e tantas outras. Vale a pena!

 

Perguntas e respostas
Márcia Tasca é da capital, mas mora há 15 anos na Manchester. É formada em Administração, esteve por 10 anos na Gesplane e foi Executiva de Vendas na multinacional Alemã SAP. Ela acaba de montar, com o marido Régis Coimbra, a mais nova delicatesse da cidade, na rua Otto Bohem.

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Qual a proposta da Jardim Amelie?
Eu e o Régis temos uma grande paixão: viagens. Gostamos muito do Brasil, mas como já tínhamos a possibilidade de conhecê-lo a trabalho, praticamente 100% de nossos destinos de férias são viagens ao exterior. A proposta do Jardim Amelie tem a ver com alguns lugares que conhecemos lá fora. Um lugar aconchegante, com possibilidade de estar em meio a natureza, apreciar a decoração e detalhes que o estilo ShabbyChic propõe. Além disto, o cardápio é todo baseado nas culinárias americana e europeia.
Porque investir em Joinville? Qual sua visão da cidade, quanto à gastronomia?
Joinville se tornou nossa paixão. É uma cidade com boa infraestrutura, longe da loucura dos grandes centros aos quais convivemos muito a trabalho, porém, ainda deve muito no quesito lazer. Muitas grandes empresas se instalaram na região, e com isso, muitas pessoas de fora, que assim como nós, possuem o mesmo sentimento pela cidade.

 

Você fez alguma pesquisa de mercado ou foi pura percepção da necessidade de algo novo naquela região?
Não fizemos pesquisa. Parecia muito óbvio esta demanda em Joinville, porque nós sentíamos falta. Mas claro, com dois administradores a frente, pensamos muito, analisamos os investimentos, perfil, região, clientela, etc. Visitei durante um ano locais semelhantes ao nosso negócio, em horários diferenciados, assim como o consumo. Isto me ajudou a melhorar a percepção do que queríamos. Mas quando vimos a casa amarela, ela projetou a realidade, do que até então era apenas um sonho. A rua Otto Boehm tem se tornado referência a bons restaurantes e opção de lazer, então decidimos que era o momento de investir em algo nosso.блендер стационарныйатн харьковские новостичто можно сделать с помощью блендерагидромашсервис официальный1c битриксплатные каталоги сайтовзаказать рекламу в интернетеноутбук-трансформер lenovo ideapad yoga13печь для

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